CORVO
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023
Wellowstone anda voice
Yellowstone & Voice ou Yellowstone and Voice foi uma dupla formada no início dos anos 70 em Londres. Seus maiores sucessos foram Philosopher e Grandmother Says.
Peter Papini (Yellowstone) e Steve Voice eram cantores e compositores, produziram e escreveram músicas para outros cantores como Kelly Marie (Feels Like I'm In Love), Jesse Green (1, 2, 3 Let's Go, Do You Like It Like That?, Disco Crazy, Come With Me, Don't Do It). Outras músicas de relativo sucesso foram Lonely Man, The Flying Dutch Man e Do Me Good.
Uma curiosidade que existe em relação ao brasil, é que o disco Philosopher, foi lançado em 1972:
Lado 1
01 - Days To Remember (Yellowstone-Schwartz)
02 - Lonely Man (Voice)
03 - Old Man Jack (Yellowstone-Schwartz)
04 - Thinking About You And Me (Yellowstone)
05 - Philosopher (Yellowstone-Schwartz-Papini)
06 - Nowhere Like Home (Yellowstone)
Lado 2
01 - Lady Rita (Yellowstone-Schwartz)
02 - Come on Out (Yellowstone-Schwartz)
03 - Grandmother Says (Yellowstone-Voice-Schwartz)
04 - Flying Dut Chman (Yellowstone-Schwartz)
05 - Goodbye (Yellowstone-Voice)
A faixa 2 "Lonely Man" do lado 1, foi gravada no brasil em 1982 por um grupo que na época chama-se Grupo Karetas atualmente chama-se Os Karetas, com uma formação totalmente diferente da original, desconsiderada por antigos componentes como não original, apesar da banda ser muito boa, atua a maior parte de seus shows como cover.
O disco que "Lonely Man" foi gravada em uma versão levou o nome de Relatório, mas não foi creditado como se fosse uma versão e sim como uma composição do Saulo Douglas, o compacto é de 1982, ou seja dez anos depois da gravação original "Lonely Man", pertencente ao grupo inglês Yellowstone and Voice e que tem a composição verdadeira de Steve Voice.
Angelo Máximo
Ângelo Máximo (Goiânia, 6 de outubro de 1948) é um cantor brasileiro.
Ângelo Máximo
Também conhecido(a) como
"Elvis do Brasil"
Nascimento
6 de outubro de 1948 (74 anos)
Local de nascimento
Goiânia,GO
Brasil
Ângelo vendeu milhares de discos e participou de uma série de fotonovelas. Seu principal sucesso é Domingo Feliz, dos anos 70.
Wanderley Cardoso
Wanderley Conti Cardoso (São Paulo, 10 de março de 1945) é um cantor brasileiro
Biografia
Nascido no bairro paulistano do Belenzinho, começou a carreira de intérprete aos 13 anos.[1] Morou nos bairros de Pirituba e Lapa em São Paulo. Estudou na Escola Estadual Guilherme Kuhlmann, onde concluiu o primário (1ª a 4ª série), no Largo da Lapa, Lapa de Baixo, em São Paulo.
Depois de cinco anos dedicados ao estudos, investiu com força no showbiz. Seu primeiro sucesso, gravado em 1965, chamava-se "Preste Atenção". Rapidamente se tornou um dos ídolos da Jovem Guarda, ganhando o apelido de "O Bom Rapaz", título de seu grande sucesso gravado em 1967, que vendeu mais de cinco milhões de cópias.
Foi apresentador de rádio e televisão e participou como um dos Trapalhões no programa "Os Adoráveis Trapalhões" na extinta TV Excelsior, ao lado de Renato Aragão, Ted Boy Marino e Ivon Curi. O cantor aparece em um número musical no filme de 1966 de Renato Aragão, Na Onda do Iê-iê-iê, no qual também pode ser visto Wilton Franco, que criou o famoso programa humorístico para a TV Excelsior.
Depois da Jovem Guarda e dos Adoráveis Trapalhões, foi contratado por Silvio Santos em 1970, juntamente com Paulo Sérgio e Antônio Marcos, para se apresentar semanalmente no quadro "Os Galãs cantam e dançam na TV", que trazia além dos 3 (três) contratados fixos, vários cantores convidados. Manteve o romantismo em seus shows e discos.
No início dos anos 70 foi barbaramente espancado na cidade de Uberaba, Minas Gerais, onde realizaria um show.[2] O ato de violência foi praticado por vários "playboys", ricos fazendeiros e industriais da região. Os fatos não foram devidamente apurados, devido ao grande poder dos empresários de Uberaba junto aos militares que governavam o país.
No cinema, protagonizou vários filmes e participou de algumas peças de teatro e telenovelas. Outro de seus sucessos foi "Adeus Ingrata" que lançou no filme O Pobre Príncipe Encantado, o qual conta com a participação de Flávio Migliaccio e Vanusa.
Ao longo de sua carreira, gravou mais de 900 músicas e vendeu cerca de dezesseis milhões de cópias de seus 84 discos. Lançou um DVD, com participações de vários artistas brasileiros.
Atualmente mora em Campinas, e tem um novo CD, só com musicas italianas, que será lançado brevemente.
Ricardo coração de leão
Ricardo Coração de Leão (São Paulo, 24 de julho de 1954) é um cantor brasileiro. O pseudônimo foi dado pelo apresentador Silvio Santos, por vencer o cantor Ronnie Von no programa Qual É a Música?, durante 25 semanas. Participou também de outros programas apresentados por Silvio Santos, tais como Boa Noite, Cinderela. Foi contratado pela Som Livre, do qual lançou a música "Eu Gosto de Você". A canção foi tema das telenovelas da Rede Globo, Dona Xepa e Duas Vidas. Ele já gravou 21 discos, entre LPs e compactos, lhe rendendo três milhões de cópias vendidas. Passou apresentar em 2008 pela Rede Orkut de TV, o programa "Ricardo Coração de Leão
terça-feira, 31 de janeiro de 2023
Reginaldo Rossi
Reginaldo Rossi, nome artístico de Reginaldo Rodrigues dos Santos (Recife, 14 de fevereiro de 1943. Recife, 20 de dezembro de 2013), foi um cantor e compositor brasileiro, conhecido como o "Rei do Brega".
Biografia
Reginaldo Rodrigues nasceu no Recife, capital de Pernambuco, em 14 de fevereiro de 1943. Foi estudante de graduação em engenharia civil por quatro anos e ensinava física e matemática. Com influência de Elvis Presley e dos Beatles, começou a carreira artística cantando rock e foi crooner em boates.
Carreira artística
Anos 60
Reginaldo Rossi iniciou sua carreira artística em 1964, comandando o grupo de rock The Silver Jets, depois integrando-se à Jovem Guarda. No início, abria shows de Roberto Carlos.
Rossi lançou muitos álbuns durante sua carreira, sendo os três primeiros no estilo da época, o rock da Jovem Guarda: O Pão (1966), Festa dos Pães (1967) e O Quente (1968).
Anos 70
Na década de 70 que Rossi se afastou do rock com o trabalho À Procura de Você, que o iniciou no gênero brega-romântico. Gravou sete álbuns durante esse período, quase todos pela gravadora CBS, quando grandes nomes da Jovem Guarda gravavam suas canções.
Em 1972 lançou Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme seu maior sucesso até então. Nessa mesma década lançou outros hits, como: Desterro e Pedaço De Mau Caminho.
Anos 80
A década de 80 começou com o sucesso do álbum A Volta, que trouxe as canções Volta, Amor, Amor, Amor e Recife, quando Reginaldo Rossi ganhou seu primeiro disco de ouro, com mais de 100 000 cópias vendidas. Em 1982 lançou A Raposa e as Uvas, Feito De Amor (L'Ultima Cosa) e A Volta.
Nos anos 80, Reginaldo já era um sucesso nacional e não só nas regiões Norte e Nordeste, mas ainda não tinha um sucesso que alcançasse todo o país. Em 1987, lançou um de seus maiores sucessos: Garçom. Com ela, o artista alcançou a marca de dois milhões de cópias vendidas.
Anos 90
De 1990 até 1995, o cantor não lançou discos novos. Em 1998, foi a vez do CD Reginaldo Rossi ao Vivo, com sucessos como A Raposa e as Uvas e Mon Amour, meu Bem, ma Femme. Um ano depois, o CD Reginaldo Rossi the King teve a contribuição de convidados como Wanderléa, Erasmo Carlos, Golden Boys, Roberta Miranda, além da banda Planet Hemp. O disco vendeu um milhão de cópias.
Em fins da década de 1990 houve um ressurgimento de Reginaldo Rossi no sul do país, provocando relançamento de seus discos em CD. O cantor e compositor passou a ser visto como cult e assinou contrato com a gravadora Sony.
Carreira política
Na política, Reginaldo foi candidato a vereador do município de Jaboatão dos Guararapes em 2008. Obteve 717 votos, ficando como o 119º mais votado. Filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), Reginaldo tentou se eleger novamente, dessa vez para deputado estadual, nas eleições de 2010. Novamente não teve êxito: conseguiu 14 934 votos e ficou na 93ª colocação no pleito.
Reginaldo Rossi em show no município de Extremoz em 2013.
Morte
No dia 9 de dezembro de 2013, Rossi passou por um procedimento chamado toracocentese, que retirou dois litros de líquido acumulados entre a pleura e o pulmão. O resultado da biópsia, divulgado dois dias depois, confirmou o diagnóstico de câncer de pulmão.
Reginaldo Rossi morreu na manhã do dia 20 de dezembro de 2013, aos 70 anos, de falência múltipla de órgãos, em decorrência do câncer no pulmão que foi detectado dias antes. Seu corpo foi sepultado no Cemitério Morada da Paz em Paulista, Região Metropolitana do Recife, ao som de Recife, Minha Cidade, música que compôs em homenagem à sua terra natal. Oito meses após sua morte, sua viúva Celeide Neves morreu, aos 67 anos, também no Recife, de infarto, em 15 de agosto de 2014.
Discografia
LPs
1966 - O pão; Chantecler
1967 - Festa dos pães; Chantecler
1968 - O Quente (1968); Chantecler
1969 - Na Ânsia do Perfeito (compacto); Chantecler
1970 - À procura de você; CBS
1971 - Reginaldo Rossi; CBS
1972 - Nos teus braços; CBS
1973 - Reginaldo Rossi; CBS
1974 - Reginaldo Rossi; CBS
1976 - Reginaldo Rossi; Beverly
1977 - Chega de promessas; CBS
1978 - Deixa de Banca (compacto); CBS
1980 - A volta; EMI
1981 - Cheio de amor; EMI
1982 - A raposa e as uvas'; EMI
1983 - Sonha comigo; EMI
1984 - Não consigo te esquecer; EMI
1985 - Só sei que te quero bem; EMI
1986 - Com todo coração; EMI
1987 - Teu melhor amigo; EMI
1989 - Momentos de amor; EMI
1990 - O rei; EMI
1992 - Reginaldo Rossi; Celim
CDs
1996 - Reginaldo Rossi - Remasterizado; Polydisc
1997 - Reginaldo Rossi - Tão Sofrido; Harmony
1998 - Reginaldo Rossi Ao Vivo; Sony Music
1999 - Reginaldo Rossi - The King; Sony Music
2000 - Reginaldo Rossi - Leviana; Sony Music
2001 - Reginaldo Rossi ao vivo; Sony Music
2002 - Reginaldo Rossi - Luz do Sol; Sony Music
2003 - Ao Vivo, O melhor do brega; Indie Records
2006 - DVD Reginaldo Rossi; EMI
2010 - DVD Cabaret do Rossi; EMI
Sucessos
Se Meu Amor Não Chegar (Lindolfo Barbosa / Wilson Nascimento)
Garçom (Reginaldo Rossi)
A raposa e as uvas (Reginaldo Rossi)
Recife, minha cidade (Reginaldo Rossi)
O pão (Reginaldo Rossi, Orácio Faustino e Namyr Cury)
Deixa de banca (versão de Borogodá, de Pocker, feita por Eduardo Araújo e Ferrer)
Tô doidão (Picket e Felipe Thomas)
Mon amour, meu bem, ma femme (Cleide)
Era Domingo (Reginaldo Rossi)
Ai, Amor (Reginaldo Rossi)
Em Plena Lua de Mel (Reginaldo Rossi)
Tenta Esquecer (Reginaldo Rossi)
Prêmios
Patrono do Brega
Prêmio da Música Brasileira como melhor cantor popular, pelo álbum ao vivo Cabaret do Rossi.
Homenagens
No início deste 2021, o “Rei do Brega” passou a ocupar fisicamente um espaço no Pátio de Santa Cruz, no centro de Recife, com uma estátua no reduto da boemia recifense, produzida pelo arquiteto e escultor Demétrio Albuquerque. Reginaldo está sentado, como em uma mesa de bar, com uma garrafa e um copo.
Estatísticas
14 discos de Ouro
2 discos de Platina
1 disco duplo de Platina
1 disco duplo de Diamante
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
William Bonemer.
William Bonemer Júnior (São Paulo, 16 de novembro de 1963), mais conhecido como William Bonner, é um jornalista, publicitário e apresentador de telejornais brasileiro. É editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional, da TV
segunda-feira, 23 de janeiro de 2023
ODAIR JOSÉ.
Odair José de Araújo (Morrinhos, 16 de agosto de 1948) é um cantor e compositor brasileiro, de estilo popular-romântico.Odair JoséOdair José, 2011Informação geralNome completoOdair José de AraújoTambém conhecido(a) comoPílulaO Terror das EmpregadasBob Dylan do Central do BrasilNascimento16 de agosto de 1948 (74 anos)Local de nascimentoMorrinhos, GOBrasilNacionalidadebrasileiroGênero(s)música romântica rock hard rock blues rock soul MPBOcupação(ões)Cantor e compositorInstrumento(s)violão piano guitarra gaitaPeríodo em atividade1970 - presenteGravadora(s)Discos CBS, Polydor, RCA Records, EMI, Copacabana, RGE, Universal Music, ShowLivrePágina oficialwww.odairjoseoficial.comSurgiu no cenário musical brasileiro na década de 70.
Biografia
Odair começou como crooner na adolescência até meados dos 17 anos, quando começou a compor. Ainda cedo se transferiu para a cidade do Rio de Janeiro em busca de obter e ocupar um espaço no cenário artístico nacional através da sua música. No Rio de Janeiro, travou conhecimento com Rossini Pinto compositor e produtor que viu potencial em Odair, levando-o para a gravadora CBS. O primeiro trabalho do novo cantor para a gravadora foi a canção "Minhas Coisas", incluída no disco As 14 Mais, um dos principais produtos da companhia naquela época.
Em 1972, Odair gravou as músicas "Eu vou tirar você deste lugar", "Esta noite você vai ter que ser minha"; "Pense pelo menos em nossos filhos" e "Cristo quem é você", esta gravada pelo próprio Odair José, com arranjos de Zé Rodrix, tendo a participação do grupo Som Imaginário. Todas são do disco Assim Sou Eu..., lançado pela Polydor.
No ano seguinte, 1973, é lançado o LP Odair José. Músicas como "Uma Vida Só (Pare de Tomar a Pílula)" e "Eu, Você e Praça" figuraram entre as mais tocadas do ano.[3]
A música "Uma Vida Só", ficou conhecida popularmente pelo seu refrão, "pare de tomar a pílula", que foi censurada pelo governo brasileiro pelo suposto entendimento de que a canção fazia propaganda contrária à distribuição das tais pílulas para o controle de natalidade. Também de forte apelo popular, na canção "Deixa Essa Vergonha De Lado", Odair José deu seu total apoio à empregada doméstica, função que no início da década de 1970 não era legalizada.
Depois de lançar vários discos, Odair compôs e gravou O Filho de José e Maria, em 1977. Apesar de toda a controvérsia gerada em torno do projeto, Odair garante que não se arrepende de ter idealizado, composto, gravado e apresentado ao público a sua ópera popular. "Se fazia necessário naquele momento pelo estágio evolutivo que meu trabalho apresentava". Ele foi excomungado pela Igreja Católica em 1978, por causa do disco. A excomunhão o fez gravar por 20 anos canções sem muito cunho politizado.[4]
Em 1979, Odair tem a música "Até parece um sonho", incluída na trilha sonora da novela Cabocla, da Rede Globo de Televisão.
De volta à mídia desde o final da década de 1990, Odair José continua gravando canções com temas delicados como sexo, drogas e prostituição, bem como protestos contra problemas do Brasil.[4]
Em 2006, foi tema de um tributo que reuniu os principais grupos da nova música pop-rock brasileira. Essas bandas fizeram releituras de vários dos sucessos do artista, resultando no álbum Vou tirar você deste lugar, lançado pelo Allegro Discos, com a presença de nomes como Paulo Miklos, Zeca Baleiro, Pato Fu, Mombojó e Mundo Livre S/A, entre outros. Também em 2006, lançou Só pode ser amor o que sinto, que continha "Bebo e Choro", incluída nas trilhas sonoras do filme Trair e coçar é só começar e da telenovela Bicho do Mato, da Rede Record de Televisão.
Foi tema em 2009 de um episódio de O Estranho Mundo de Zé do Caixão, um programa de entrevistas exibido pelo Canal Brasil, apresentado por José Mojica Marins.
Após um hiato de seis anos, o cantor voltou com Praça Tiradentes (2012), produzido por Zeca Baleiro.
Em 2014, Odair declarou que seus álbuns lançados pela EMI eram "uma merda por culpa minha. Eu só queria saber de beber e fumar maconha".[5]
Em 2015, Odair lançou o disco Dia 16, e no ano seguinte o disco Gatos e Ratos, que concorreu ao Melhor Álbum na categoria Canção Popular Prêmio da Música Brasileira de 2017. Na mesma edição foi vencedor na categoria Melhor Cantor. Ainda, a revista Rolling Stone Brasil o elegeu o 20º melhor álbum brasileiro de 2016.[6]
Em 2019, lançou o disco Hibernar na Casa das Moças Ouvindo Rádio pela gravadora Monstro Discos, que foi eleito um dos 25 melhores álbuns brasileiros do primeiro semestre de 2019 pela Associação Paulista de Críticos de Arte.[7]
Discografia
1970 - Odair José (CBS/Sony Music)
1971 - Meu Grande Amor (CBS/Sony Music)
1972 - Assim sou eu... (Polydor/Universal Music)
1973 - Odair José (Polydor/Universal Music)
1974 - Lembranças (Polydor/Universal Music)
1975 - Amantes (em castelhano) (Polydor/Universal Music)
1975 - Odair (Polydor/Universal Music)
1976 - Histórias e Pensamentos (Polydor/Universal Music)
1977 - O Filho de José e Maria (RCA/Sony Music)
1978 - Coisas Simples (RCA/Sony Music)
1979 - Odair José (Continental)
1980 - Odair José (Continental)
1981 - Viva e deixe viver (EMI)
1982 - Só por amor (EMI)
1983 - Fome de amor (EMI)
1984 - Eu, você e o sofá (EMI)
1985 - Odair José (EMI)
1986 - Odair José (RGE)
1987 - Odair José (RGE)
1989 - Odair José (RGE)
1990 - Odair José (Copacabana)
1992 - Odair José (Copacabana)
1993 - Odair José (Harmony Records/Sony Music)
1994 - Luz Acesa (Warner Music Group)
1996 - As minhas canções (Polydor/Universal Music)
1997 - Lágrimas (Bahamas Songs)
1999 - Ao Vivo (Polydor/Universal Music)
2002 - Uma História (Polydisc)
2003 - Passado Presente (Gema)
2004 - 20 Super Sucessos (coletânea com regravações inéditas) (Polydisc)
2006 - Só Pode Ser Amor (Deckdisc)
2012 - Praça Tiradentes (Saravá Discos)
2014 - O Filho de José e Maria - Ao Vivo (Coqueiro Verde)
2015 - Dia 16[8] (Saravá Discos)
2016 - Gatos e Ratos[9] (Independente)
2019 - Hibernar Na Casa Das Moças Ouvindo Rádio (Monstro Discos)
domingo, 22 de janeiro de 2023
Músicas BREGAS.
História
Antecedente.
Não se sabe ao certo
a origem musical do "brega".
Críticos apontam alguns precursores do "estilo" em cantores das décadas de 1940 e 1950, que seguiam, através do bolero e do samba-canção, uma temática mais "romântica". Entre os quais, Orlando Dias, Carlos Alberto, Alcides Gerardi e Cauby Peixoto.
Durante a década de 1960, a música romântica de artistas oriundos basicamente das classes mais populares passou a ser considerada cafona e deselegante. Isso foi especialmente reforçado pelas grandes transformações vivenciadas pela música popular do país naquele período, com o surgimento de inovações estilísticas dentro cenário musical que agradavam principalmente aos jovens do meio urbano. De um lado, surgiu uma geração oriunda da classe média universitária que se consolidaria, na década seguinte, sob a sigla MPB, nada menos do que "música popular brasileira". Por outro, surgiram os movimentos tropicalista — inspirado em correntes artísticas de vanguarda, na cultura pop nacional e estrangeira, em manifestações tradicionais da cultura brasileira e inovações estéticas radicais[31] — e iê-iê-iê — que capitaneou o rock'n'roll estrangeiro, dando-lhe uma roupagem nacional, e transformou-se num grande fenômeno de comportamento e moda.
E foi a Jovem Guarda que abriu caminho para novos artistas que desafiariam os padrões de bom gosto da classe média brasileira na década seguinte, já que alguns dos artistas que tiveram uma ligação com o movimento viriam a se tornar populares cantores "cafonas" na década seguinte. É o caso por exemplo do pernambucano Reginaldo Rossi, que liderou a banda The Silver Jets.
A raiz "cafona"
Em princípio da década de 1970, acentuavam-se as estilizações dentro da música brasileira. Em especial, o meio musical predominante definia os cânones da chamada MPB, gênero cada vez mais distante de outras vertentes populares da música brasileira, como o samba, a música caipira, além do rock feito no Brasil e da música romântica — que teria em Roberto Carlos o seu maior representante. O cantor capixaba era um dos poucos artistas que fazia música romântica sucesso de crítica e de público. Para a maioria dos artistas brasileiros românticos populares, mesmo que grandes vendedores no mercado fonográfico brasileiro, sobrava a alcunha nada positiva de "cafona". O termo passou a estigmatizar artistas como Paulo Sérgio, Altemar Dutra, Odair José, Reginaldo Rossi e Waldick Soriano dentro do amplo leque da música brasileira.[4][33]
Na segunda metade dos anos setenta, uma "nova vertente cafona" surgia com destaque. Era um estilo de roupagem "moderna", bastante influenciado pela discothèque e pelo pop dançante em voga à época, e que enfatizava danças e gestos sensuais (para alguns, no limite do vulgaridade). Este "novo cafona" foi capitaneado por artistas como Sidney Magal (de Sandra Rosa Madalena e O Meu Sangue Ferve por Você) e Gretchen (Melô do Piripipi e Conga La Conga).
O rótulo "brega"
A partir da década de 1980, o termo "brega" passou a ser cunhado largamente na imprensa brasileira pelos meios de comunicação para designar, de maneira pejorativa, música sem valor artístico. Embora sem uma conceituação aprofundada, a pecha servia para designar uma "música de mau gosto, geralmente feita para as camadas populares, com exageros de dramaticidade e/ou letras de uma insuportável ingenuidade". Era o caso por exemplo do trabalho de cantores da linha romântica "cafona", como os ainda populares Amado Batista e Wando, ou de outros cantores românticos constantemente presentes em programas de auditório da televisão, como Gilliard, Fábio Junior e José Augusto.
Ao mesmo tempo em que críticos esboçavam uma conceituação estilística pejorativa sobre o "brega", o estilo passou a influenciar e se fundir a outros artistas e gêneros musicais, o que tornava, na verdade, cada vez mais impreciso estabelecer uma definição clara sobre o que seria "música brega". Como resultado desta ausência conceitual exata e precisa sobre o que seria o "brega", o termo muitas vezes não se restringia apenas aos artistas romântico-populares, como também podia abarcar artistas vinculados a outros gêneros musicais, como por exemplo, Alcione e Chitãozinho e Xororó, ligados, respectivamente, ao samba e ao sertanejo. Mesmo cantores do time da chamada MPB, como Gal Costa, eram criticados quando interpretavam canções consideradas de pouco valor artístico pela crítica hegemônica, como o caso do dueto Um Dia de Domingo, com Tim Maia — um grande sucesso comercial composto pela dupla Michael Sullivan e Paulo Massadas, que se especializou em composições tidas como "bregas". Entre elas, Me De Motivo na voz de Tim Maia, e Deslizes, na voz de Raimundo Fagner.
Além das tendências românticas, a década de 1980 marcou a ascensão de outros gêneros considerados de baixo valor artístico, como o axé e, no final da década, o surgimento do funk carioca (inspirado pelo miami bass da Costa Leste dos Estados Unidos). Havia, também, artistas do brega propriamente dito, como Ovelha, Nahim e Harmony Cats, hoje lembrados nas festas trash.
Dentro desta confusão, jovens artistas do Sudeste brasileiro (alguns até universitários) assumiram traços do que seria um "estilo brega" em seus trabalhos. Entre os quais, o compositor pianista e ator carioca Eduardo Dusek (que fez o LP Brega-chique, em 1984) e a banda paulistana Língua de Trapo.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2023
BONEY M
ZARAGOSA BAND
The Zaragoza Band é uma banda pop alemã de Munique e foi uma das bandas de festas profissionais mais bem sucedidas e mais movimentadas da Alemanha desde o final dos anos 1970 até meados dos anos 1980. Ela ainda se apresenta hoje. história A música da Banda Zaragoza mistura pop com elementos de calipso e samba e atingiu o nervo da época em seus primeiros anos. Em 1984 eles fizeram uma turnê no Pacífico Sul. Até hoje ela ainda faz inúmeras apresentações e toca principalmente em países como Romênia, Hungria e Áustria, também em grandes festivais. De vez em quando o grupo também pode ser visto na televisão. O grupo ficou conhecido a partir de 1977 quando lançou a música Big Bamboo, que é cantada no dialeto caribenho papiamentu. Seguiram-se Rasta Man e Zabadak, duas músicas com relativamente poucas letras que chegaram ao top dez das paradas alemãs. Faixas subsequentes Ginger Red, Agadou, Aiko Aiko não conseguiu entrar no top 10, mas Agadou é a faixa com maior impacto a longo prazo e é a música mais tocada do grupo até hoje. O título é especialmente popular em bares de praia e discotecas. Nos últimos anos, foram criadas várias versões cover deste título (incluindo Hot Banditoz, DD Company, La Boom, Black Lace ou Proty Disco Kids), que é a versão da Zaragoza Band, que é ela própria uma versão cover de um Club Hino Med de 1970, não superado. O membro fundador e compositor Alfred Rudek morreu em 20 de julho de 2018 aos 63 anos. Discografia álbuns Weitere Alben 1979: Saragossa Band 1980: Matchless 1982: Das totale Za Za Zabadak 1983: Have a Good Time 1984: The Greatest Hits 1991: Party with Saragossa Band 1993: The Party Mix 1993: Coconut Groove 1997: Big Bamboo 2002: Welcome to the Party 2002: Party Box (3 CDs) 2007: Cool Night compilações 1981: Agadou 1986: Die Superparty – Dança com a Banda de Saragoça 1995: A Melhor Banda de Saragoça 1995: Festa Feliz 2001: É Hora da Festa 2005: Mundo de … 2007: Feliz Aniversário! (30 Jahre) (3 CDs) 2007: Best of the Saragossa Band (2 CDs) Músicas Weitere Singles 1977: Disco Boogie Boogie 1978: Malaika 1983: Wigwam 1983: Eu sei, eu sei 1984: Buona sera (I Take My Chance Tonight) 1984: Moonlight and Dancing 1985: That's What We Like 1990: Saragossa Band Medley 1992: Rain & Sun 1993: Coconut Medley 1993: Rasta Man (Remake '93) 1997: Der Zabadak Hit Mix 1999: Rumours (El venao) inchar Links da Web Site oficial Obras de e sobre Saragossa Band no catálogo da Biblioteca Nacional Alemã Saragossa Band no Discogs Discografia em austriancharts.at


